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sábado, 10 de janeiro de 2009

(Re)Descobrir Amarante (X)

(Re)Descobrir Amarante coberta de neve ;)




Quem quiser ver mais, clique aqui: http://www.amarante.tv/

domingo, 4 de janeiro de 2009

(Re)Descobrir Amarante

Uma forma diferente de (re)descobrir Amarante...




Aldeia de Covelo do Monte, freguesia de Aboadela, concelho de Amarante

04-01-2008



domingo, 28 de setembro de 2008

(Re)Descobrir Amarante (VIII)

No blog, esta rubrica esteve muito tempo suspensa... tempo demais, direi eu... Contudo, na minha cabeça ideias não têm faltado... Tem sido um processo de "enamoramento" muito longo, demasiado longo, admito!




Nestas últimas férias, espicaçada por "alguém" que não sabia que me espicaçava, decidi ir à Biblioteca da minha cidade investigar sobre Teixeira de Pascoaes. Confesso, nunca tinha lido uma obra dele! :(



No meio das prateleiras descobri um livro de Viagens com uma característica muito especial: "Viajar com... Teixeira de Pascoaes". Através das frases e imagens desse livro viajei através da história da vida do escritor, viajei pelos sítios que o escritor passou, vendo-os com os seus olhos, viajei por Amarante através dos seus olhos literários e...



Aventurei-me num livro, "O Pobre Tolo", que tão peculiarmente descreve a majestosa Ponte de S. Gonçalo, o rio, as margens, os locais, e a populaça do seu tempo.


Agarrei o livro, comprei uns doces típicos, e fui-me sentar à beira-rio, a ler o livro, debaixo da ponte... Recuei no tempo :)




Neste (Re)Descobrir Amarante, deixo que outra pessoa fale, outra pessoa que tão melhor descreve a magia que Amarante pode ter ;)





"Um deslumbramento a ponte de S. Gonçalo, povoada de espectros encarnados a óleo vivo, como a pintura das árvores na Primavera; espectros de anjos e demónios, pintados a óleo vivo como as árvores murmurando, gesticulando ao vento como as árvores, que são outros espectros de mais belo relevo e seriedade (...) É um monstro de granito, com as patas enormes metidas na água até ao fundo. Encontraram a terra firme e agarraram-se à terra, como raízes petrificadas de luxúria. Casou-se com o solo a velha ponte: é uma cosntrução da Natureza."



"Na tua velha ponte, São Gonçalo,
Contempla um pobre tolo as duas margens
Do Tâmega.
Dum lado, a velha igreja,
O Largo, a torre, em pedras fe granito;
Pedras que ali ficaram para sempre,

Outrora, adormecidas pelo canto
De rústicos pedreiros.
Do outro lado,
A cavernosa rua do Cuvelo
Que vai findar nos antros de Plutão. (...)"



"(...) Na ponte, sobre o Tâmega medonho;
Esse caudal de trevas liquefeitas
Que se entolda de lodo; e, enfurecido,
Transborda, alaga as margens infinitas.
E entre os pegões de pedra ronca e brame,
E em rodilhões de espuma vai fugindo,
Lá vai morrer no mar..."



"Passa a banda musical, rebrilhante de metais, num incêndio de rectilíneos sons multicolores. A ponte é um deslumbramento agudo de ruídos. Singram no ar, como flechas, num desespero atroador. Passa o Diabo e a sua esposa e mil diabinhos, atrás deles. Fazem caretas, guincham, e deitam lume pela boca. Passa o Senado Municipal, a santa serpe, o Zé Preto e o seu painel, o Zé P'reira e o seu zabumba, S. Tiago de lança em riste (...) Passam romeiros com a santinha no chapéu [e] feirantes espertos e manhosos, mendigos roídos de chagas purulentos, aleijados inverosímeis e macabros, corpos torcidos e retorcidos pelas mãos de algum demónio. (...)"



in, O Pobre Tolo




sexta-feira, 23 de novembro de 2007

(Re)Descobrir Amarante (VII)



Cumpre agora fornecer uma visão geral sobre a Igreja de S. Gonçalo.

A construção do Convento Dominicano e da Igreja anexa, em honra de S. Gonçalo, teve início em 1540, após autorização e ajuda de D. João III e de sua mulher, a Rainha D. Catarina.

O pórtico que valoriza a entrada lateral (que está na foto), bem como a fachada à esquerda, encimada pela Varanda dos Reis, é de um estilo e de uma época posterior à construção da Igreja. O traçado primitivo, da época filipina, é da autoria de Frei Julião Romero, mestre arquitecto dos dominicanos. Aliás, a varanda dos reis e a portada lateral, muito trabalhada, são dois melhoramentos posteriores para a valorização da fachada, que primitivamente era simples.

A edificação da Igreja e do Convento terminou na época de Filipe I, portanto antes de 1600. O contrato para a construção do pórtico e da Varanda dos Reis foi celebrado pelos frades dominicanos com o mestre construtor em 12 de Outubro de 1683, data em que se iniciou esta obra de valorização, portanto cerca de 100 anos depois do início da construção primitiva.

Nos próximos posts desta rubrica falarei de mais pormenores desta fachada.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

(Re)Descobrir Amarante (VI)



Esta foto foi tirada na Estação da Livração (depois duma fantástica viagem, que espero continuação em breve em direcção a Barca D'Alva ;-), na parte em que se encontram estacionadas as automotoras que fazem a ligação com Amarante. Aqui começa a Linha do Tâmega. Assim, para se chegar a Amarante por linhas de comboio, tem de se sair na Livração e aí apanhar uma automotora. Eu ainda me lembro das antigas automotoras, mais robustas, barulhentas, trepidantes e menos asseadas, que faziam a ligação entre Amarante e a Livração. Agora estas são muito mais silenciosas, e tornam a viagem muito mais agradável!

Actualmente, a linha do Tâmega só liga Livração a Amarante, mas antes continuava até ao Arco de Baúlhe. Aí vivia a minha avó materna e, por isso, uma vez fui com o meu pai de automotora até lá, e recordo o fascínio que tal viagem me provocou, tal que ainda hoje me lembro do bulício das pessoas a entrar, do dia solarengo que estava, das flores das margens. E entristece-me sinceramente que aquelas linhas estejam ao abandono e que o encerramento desse troço tenha atirado para um maior isolamento esses lugares que viviam da linha do comboio para estar no mapa. Se é verdade que agora há a ligação por via rápida entre Amarante e Celorico de Basto que demora 15 minutos de carro, também é verdade que os velhos das aldeias não conduzem; e até mesmo a penosa(!) viagem de carreira de Amarante a Cabeceiras de Basto tem horários mais escassos e não serve as populações devidamente. E assim andamos, governo após governo, promessa atrás de promessa, a enterrar povoações, a empoeirar memórias, sorrisos, a desertificar o interior!

Nota Histórica:

  • Com início na Livração, a Linha do Tâmega, complementar à do Douro, só começou a ser construída em Março de 1905 pelos Caminhos de Ferro do Estado – Minho e Douro.
  • O primeiro troço, entre Livração e Amarante, foi inaugurado em 20 de Março de 1909; o segundo, entre Amarante e Gatão, a 23 de Outubro de 1921; o terceiro, entre Gatão e Chapa, abriu à exploração a 22 de Junho de 1926.
  • Em 1927, a CP toma por arrendamento as linhas dos Caminhos de Ferro do Estado e subaluga a do Tâmega à Caminhos de Ferro do Norte de Portugal, que faz chegar o comboio a Celorico de Basto, em 20 de Março de 1932.
  • Em 1947, esta linha passa para a CP e o comboio atinge Arco de Baúlhe a 15 de Janeiro de 1949.
  • Em 1 de Janeiro de 1990, o troço Amarante-Arco de Baúlhe foi encerrado.

Para mais informações sobre esta linha, ver, por exemplo, aqui e aqui.

domingo, 11 de novembro de 2007

(Re)Descobrir Amarante (V)



  • Na 1.ª foto temos uma perspectiva da Rua de S. Pedro, uma rua íngreme, como se pode ver, e que, descendo-a e virando à esquerda, nos leva à Biblioteca Municipal de Amarante. Ainda na 1.ª foto, repare-se na casa do lado esquerdo. Nela nasceu Teixeira de Pascoaes, em 2 de Novembro de 1877. Na parte frontal da casa encontramos uma placa evocativa deste acontecimento (2.ª foto), e que nos faz olhar para aquela casa de outra forma.
  • Na verdade, muitas crianças da paróquia de S. Gonçalo lembrar-se-ão daquela casa, não tanto por ali ter nascido o mais conhecido poeta amarantino, mas por lá terem tido catequese e brincado enquanto esperavam pelos seus pais. Aliás, faço parte dessa geração! Lembro-me dos dias de chuva em que ficava retida no rés-do-chão até que me viessem buscar de carro; lembro-me dos dias de sol em que um calor agradável ajudava ao encontro catequético; lembro-me dos interessantíssimos debates estimulados pela minha catequista D. Cândida, numa sala do fundo no 1.º andar, os quais ainda agora relembro e cuja liberdade de pensamento ainda tento manter; lembro-me da alcatifa que acompanhava as escadas e de as percorrer num ápice quando já ia atrasada; lembro-me de conhecer amigos que ainda mantenho.
  • E é precisamente por esta casa povoar a minha memória e por achar que muitos amarantinos não sabem o significado da mesma, que decidi postar fotos dela.
  • Esta casa, antes de servir de sítio para a catequese, era residência paroquial do Sr. Padre Morais, que entretanto foi substituído nestas lides. Já quando lá tinha catequese, era notória a necessidade de restauração da casa, sendo que, pelo menos do que tenho conhecimento, não foi feito nada desde então. Pelo que me foi transmitido, sob pena de estar a difundir uma informação errada, parece que a Câmara ou a Junta de freguesia, pretendiam comprá-la. Espero sinceramente que seja restaurada e que, quem sabe, sirva um dia de espaço para tertúlias culturais, que diga-se de passagem, muito escasseiam agora por estas bandas.
  • Falando, em traços muito gerais, de Teixeira de Pascoaes: Joaquim Pereira Teixeira de Vasconcelos, é o seu nome completo, nasceu na data acima referida, e morreu a 14 de Dezembro de 1952. Foi o filho mais velho do Conselheiro e Deputado da Nação, João Pereira Teixeira de Vasconcelos, estudou no liceu de Amarante (onde um dia um professor de português depois de lhe ter corrigido um ponto da disciplina lhe disse que ele nunca haveria de saber escrever duas palavras em bom português! LOL), e depois prosseguiu estudos na Universidade de Coimbra, nos cursos de Letras e de Direito, tendo aberto um escritório de advocacia na Rua da Vitória, no Porto. Contudo, ao fim de pouco tempo (cerca de 10 anos), fechou o escritório (pelo que parece por ter conseguido a absolvição duma rapariga acusada de infanticídio) e fixou-se na casa paterna, em Pascoaes.
  • Foi um dos mais notáveis representantes do Saudosismo e com António Sérgio e Raúl Proença foi um dos líderes do chamado movimento da “Renascença Portuguesa” e lançou em 1910 no Porto, juntamente com Leonardo Coimbra e Jaime Cortesão, a revista “A Águia”, principal órgão do movimento.
  • Para finalizar, deixo uma estrofe dum poema de Teixeira de Pascoaes, sobre a sua aldeia, mais concretamente, no mês em que estamos:
"E, em Novembro, os fiéis pedindo à nossa porta.
O velho, o órfão, a viúva...
Magros perfis de dor, à fome e à chuva,
Sobre a terra morta.
Lá vão, em ermos grupos pobrezinhos.
E rezam orações mais tristes que as do vento...
Alguns são aleijadinhos e ceguinhos
De nascimento...
Além, no presbitério,
Descobre-se pequeno cemitério,
Negro de gente humilde que murmura...
Piedosas flores,
De maceradas cores,
Alegram vagamente aquela nódoa escura,
E pousam sobre as covas...
Umas, velhinhas, com a cruz tombada,
Cheias de cinza anónima, esquecida...
Estas, de terra fresca, a branquejar, são novas;
Têm a efígie do morto intacta e perfumada;
Ao pé das outras - vede! - ah, quase que têm vida!"

domingo, 4 de novembro de 2007

(Re)Descobrir Amarante (IV)



Devo dizer que hoje está um dia soberbo em Amarante! O colorido das árvores, as sombras das mesmas nas águas calmas do Tâmega, o sol (pouco) outunal quente, enchem-nos a alma! Fabuloso! Que vontade dá de viver!

Falando da fotografia: Para quem entra pelo porta do fundo ou principal da Igreja de S. Gonçalo, deve olhar para a sua esquerda, para quem entra pela porta lateral deve olhar para a sua direita e encontrará o órgão (agora inactivo) desta Igreja, cuja construção terminou antes de 1600.

É um amplo e monumental órgão apoiado em três gigantes, sendo que, o do meio, um tritão, segundo Luís Van Zeller Macedo, "abria a boca quando o órgão tocava os sons baixos." Segundo o autor da "Pequena História de Amarante", " recordo-me bem de o ouvir, era maravilhoso, chegando por vezes ao Ribeirinho, ou ao lugar do Calvário. Pena é que não seja restaurado".

Pela minha parte nunca tive o prazer de o ouvir, e segundo o que perguntei à minha mãe, ela também não. Lembro-me de olhar extasiada para aquela figura, como uma criança curiosa, e na verdade, cresci a tentar descobrir o que era "aquilo". E ainda agora, sempre que vou à Igreja de S. Gonçalo demoro os olhos naquele órgão e tento imaginar a boca do Tritão a abrir e o som do órgão a pincelar os ares amarantinos! E hoje estava tão belo, com os raios do sol a dourar o interior da Igreja!

Foi, de facto, este fascínio que me fez começar a (re)descobrir a Igreja de S. Gonçalo pelo interior e não pelo exterior, como seria o mais lógico.


Bom Domingo para todos ;)

terça-feira, 24 de julho de 2007

(Re)Descobrir Amarante (II)

(Ponte de S. Gonçalo)



Conta a "Pequena História de Amarante", já anteriormente citada no 1.º post, que quando S. Gonçalo começou a pregar em Amarante se deparou com um local dividido por um rio, inóspito e desabitado. Então o padre pregador, tendo pena daqueles que o queriam ouvir e tendo em conta que o único meio que podiam utilizar era o barco, resolveu construir uma ponte. Na verdade, o pregador viajado já tinha trabalhado noutras pontes. A construção terá começado por volta de 1250, sendo a primeira ponte aqui lançada, apesar de se falar numa antiga ponte romana, não havendo, contudo, indícios históricos nesse sentido.
Um baixo relevo decorativo existente na Igreja de S. Gonçalo, no alto da Nave Central (ficando aqui a promessa duma futura foto sobre esse relevo), representará esta primeira ponte, todavia a ponte seria, com certeza, diferente, na medida em que o santo não tinha necessidade de construir uma ponte com ameias e uma torre para defesa e portagem.
Esta ponte desmoronou-se no dia 10 de Fevereiro de 1763. A dita ponte tinha um cruzeiro a meio com a Senhora da Boa Passagem. Este foi retirado da ponte uma hora antes do desmoronamento, tendo sido colocado, posteriormente, na janela dum recanto da Igreja (para quem vem da ponte, está logo em frente!), ficando assim a proteger o trânsito (a bem conhecida imagem da Senhora da Ponte.)
A segunda ponte (a actual) só começou a ser construída no princípio de Julho de 1782, quando se obteve autorização para demolir o restante da outra ponte, sendo a travessia entre as duas margens efectuada por barco. No dia 5 de Setembro do mesmo ano, assentaram-se as primeiras pedras, às 15h, tendo vindo a imagem de S. Gonçalo em procissão, com grande afluência do Povo, Clero e Nobreza. Abriu ao trânsito em 1790, como consta do medalhão esculpido na pedra da pirâmide do lado direito de quem sai de S. Gonçalo para a ponte.
Curiosidades sobre a construção:
  • Mestre Construtor da ponte: Francisco Tomás da Mota (natural de Braga), tal como se encontra gravado na pedra do parapeito da ponte, do lado direito de quem vem de S. Gonçalo;
  • Até foi noticiada a mestria do construtor na Gazeta de Lisboa, em 16 de Setembro de 1788;
  • Em 1791 acrescentaram-se as 4 artísticas pirâmides;
  • A ponte foi paga com verbas dadas por todas as Câmaras dos concelhos vizinhos, com a receita dos barcos durante os 27 anos em que não houve ponte e com as multas aplicadas aos donos dos gados que invadiam os terrenos alheios. O Governo de D. Maria não subsidiou nada!
  • A ponte custou 26 938 mil réis.

quinta-feira, 19 de julho de 2007

(Re)Descobrir Amarante (I)

(Perpectiva do centro de Amarante, a partir da "Ponte Nova". Lá ao fundo, a Ponte de S. Gonçalo, a Igreja de S. Gonçalo, a Biblioteca Municipal. Do lado esquerdo, vê-se a Rua 31 de Janeiro, onde encontramos várias confeitarias típicas e muito afamadas (aí se encontrava a famosíssima Lailai, pela qual muitos, ainda hoje, perguntam). Destaco, ainda do lado esquerdo da imagem, ao pé do prédio bege, um pequeno jardinzinho, com dois bancos, onde passei tantas tardes que recordo com muito carinho. A quem for a Amarante, aconselho a sentar-se naqueles bancos, olhar em frente, inspirar e contemplar o passar sereno do Tâmega. É fantástico! Rejuvenescedor!)

Inicio hoje a 1.ª rubrica deste meu espaço, cujo objectivo é dar (-me) a conhecer a cidade que me viu crescer (não muito, falando verdade ;-) Lol): Amarante. Com esse propósito, colocarei fotos da minha autoria, discorrendo, de seguida, sobre o seu conteúdo.


Comecemos, então, por uma breve descrição de Amarante. Esta pertence ao distrito do Porto, sendo que o concelho estende-se por uma área de 301,5 quilómetros quadrados, a que correspondem, hoje, 40 freguesias, 18 ao longo da margem direita do rio Tâmega e 22 da margem esquerda, habitadas por uma população de 59 638 habitantes e uma densidade populacional de 197,8 habitantes por quilómetro quadrado.


Tudo indica que Amarante deve a sua origem aos povos primitivos que demandaram a serra da Aboboreira (habitada desde a Idade da Pedra), embora se desconheça com exactidão o nome dos seus fundadores. Contudo, refere Luís Van Zeller Macedo, no seu livro "Pequena História de Amarante"que, "ao contrário do que possa supor-se, o conjunto de habitações, constituindo um Burgo a que chamaram Amarante, por ser aquém ou ante-Marão, não correspondia à área urbana actual da Cidade, mas sim a outra, um pouco ao Norte e a Poente desta, mais propriamente à actual área da paróquia de S. Veríssimo." Segundo o autor, este burgo já constava, em 1250, nas Ordenações Afonsinas, com a denominação de Vila de Amarante.


  • Destaques: No Centro Histórico da cidade merecem referência a Ponte, o Convento e Igreja de S. Gonçalo, as Igrejas de S. Pedro e S. Domingos, a Casa da Cerca e o Solar dos Magalhães. Fora da urbe, o destaque vai para os Paços do Concelho de Santa Cruz de Riba Tâmega, o Mosteiro de Travanca e para o românico das igrejas de Mancelos, Jazente, Freixo de Baixo, Gatão ou Gondar.

  • Festas da Cidade: Festas em honra de S. Gonçalo (o padroeiro da cidade), acontecem no 1.º fim de semana de Junho.

  • Feriado Municipal: 8 de Julho (Amarante tornou-se cidade a 8 de Julho de 1985)